Deitada em minha cama, olhando fixamente em um ponto do
teto.
Me perdendo em meus pensamentos.
Tentando entender tudo aquilo que eu deixei pra trás.
Me perdendo em meus pensamentos.
Tentando entender tudo aquilo que eu deixei pra trás.
As horas se arrastam, e minha vida parece tão
desinteressante.
Planos que não parecem querer se concretizar.
O esforço mútuo não mostrando resultados.
Planos que não parecem querer se concretizar.
O esforço mútuo não mostrando resultados.
A criança presente em meu ser querendo reviver.
E a minha relutância em esboça-la..
São tão naturais.
E a minha relutância em esboça-la..
São tão naturais.
A vida tomando um caminho fora do inesperado.
As chances aparecendo, e eu sem coragem de agarrá-las.
O ímpeto lutando contra o marasmo.
As chances aparecendo, e eu sem coragem de agarrá-las.
O ímpeto lutando contra o marasmo.
As sandices na minha mente, de repente fazendo sentido.
Eu notando viver num mundo real.
Quem me tirou da bolha? E por quê?
Eu notando viver num mundo real.
Quem me tirou da bolha? E por quê?
Esse mundo estressante, pessoas falantes.
Tudo parece tão sem nexo.
Qual o sentido de fazer parte dessa realidade?
Tudo parece tão sem nexo.
Qual o sentido de fazer parte dessa realidade?
Mudar o destino? Refazer as escolhas?
Ah! Poupe-me!
Nada aqui faz sentido.
Ah! Poupe-me!
Nada aqui faz sentido.
Sinto falta da minha bolha, na qual onde estive sempre.
Lá não é obrigatório pensar.
A ação não se faz presente.
Lá não é obrigatório pensar.
A ação não se faz presente.
Lá a única regra existente é ser feliz com exatamente aquilo
que se tem.
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