O que é o amor senão a dor da dúvida,
A sofreguidão de um beijo,
A lamúria de uma alma,
Ou o castigo de um pensamento;
O que é o amor senão a falta do existir,
A compreensão do ser alheio,
A saudade da partida sem volta,
Ou o tilintar da dor da perda;
O que é o amor senão o desconhecido,
O não compreendido.
O amor pode ser tudo, ou nada.
Não há descrição.
Enquanto sentido é tudo,
Quando adormecido, faz o ser cair em desgraça.
Insana e deploravelmente.
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